Gestão da sustentabilidade

Historicamente, compromissos assumidos pela Itaúsa em linha com a Visão de sustentabilidade transformam-se em comprometimentos de todas as controladas, tendo em vista a natureza dos temas relacionados a essa temática.

A gestão da sustentabilidade no Conglomerado Itaúsa é feita de forma descentralizada, com base na Visão de sustentabilidade e nas Diretrizes estabelecidas pela holding para as empresas controladas. Historicamente, compromissos assumidos pela Itaúsa em linha com a Visão de sustentabilidade transformam-se em comprometimentos de todas as controladas, tendo em vista a natureza das questões relacionadas a essa temática.

Foi assim, por exemplo, quando a Itaúsa aderiu ao Índice de Carbono Eficiente (ICO2) da BMF&BOVESPA, o que levou a Itautec e a Elekeiroz a fazerem o inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE), a partir do ano base 2010 (o Itaú Unibanco e a Duratex já haviam adotado a prática). O mesmo ocorreu quando a Itaúsa tornou-se signatária do Carbon Disclosure Project (CDP) ou quando decidiu elevar para "B" o nível de aplicação do relatório da GRI: a Itautec e a Elekeiroz acompanharam a holding. Em 2011, quando a Itaúsa decidiu evoluir para o nível de aplicação "A" da GRI, a Itautec e a Elekeiroz a seguiram. Assim, tanto a Itaúsa como as quatro principais empresas controladas, Itaú Unibanco, Duratex, Elekeiroz e Itautec, atingiram o maior nível de aplicação de relatórios da GRI.

O processo de integração que ocorre na dimensão ambiental é mais intenso entre as controladas da área industrial, que estruturaram uma agenda comum e, sem comprometer a autonomia de cada empresa, atuam com sinergia. Esse processo de integração ocorre por meio dos Núcleos Ambientais, onde especialistas e executivos das empresas reúnem-se pelo menos duas vezes ao ano para alinhar e debater temas como inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE), indicadores de desempenho GRI e processos de auditoria e de verificação independentes, entre outros, sob a coordenação da Gerência Executiva de Sustentabilidade.

A ênfase da gestão da sustentabilidade dessas empresas em temas ambientais ocorre porque nos setores em que atuam – tecnologia, química, painéis, louças e metais sanitários – são maiores os riscos e as oportunidades contidas em questões como eficiência energética, gestão de resíduos, reciclagem, tratamento de efluentes, reuso de água ou emissões atmosféricas. De tão abrangentes, tais questões repercutem sobre o desempenho econômico e social das empresas, razão pela qual assumem dimensões estratégicas.

Já o Itaú Unibanco, empresa da área de serviços financeiros do Conglomerado Itaúsa, adota um conjunto de políticas e de procedimentos direcionados à sustentabilidade em seus negócios, os quais estão alinhados às tendências de mercado, às regulamentações e às demandas de clientes e da sociedade. São elas: Política Corporativa de Ética e Combate à Corrupção e à Propina, Política Corporativa de Avaliação de Produtos, Operações e Processos, Política Corporativa de Sustentabilidade, Política Corporativa de Risco Socioambiental, Política de Gestão e Controle de Riscos. A estratégia de sustentabilidade nos negócios define três focos prioritários: diálogo e transparência, riscos e oportunidades socioambientais e educação financeira. Aplica, também, auditoria socioambiental, de processo de riscos socioambientais em operações de crédito Pessoa Jurídica, e avaliação do processo de análise do risco socioambiental em operações de crédito corporate (Itaú BBA).

Além disso, realiza investimentos sociais e culturais, por meio da Fundação Itaú Social, do Instituto Unibanco e do Itaú Cultural, focadas em educação de qualidade e desenvolvimento da consciência crítica. Em 2011, seus investimentos sociais e culturais alcançaram cerca de R$ 294 milhões.

Outro fator que contribui para agregar qualidade à gestão da sustentabilidade das controladas é o processo de internacionalização dos negócios. As empresas que mantêm relacionamentos comerciais com clientes dos Estados Unidos e da Europa são mais questionadas nos mercados locais sobre práticas socioambientais, colocando em perspectiva uma nova estratégia de relacionamento e de prestação de contas nesses mercados.

Como parte desse processo de evolução e aprimoramento constante na gestão sustentável dos negócios, a Itaúsa realizou em janeiro de 2012, pela primeira vez, um Diálogo com Especialistas, descrito no capítulo Sobre o relatório.

No ano passado, a gestão da sustentabilidade das empresas industriais do Conglomerado Itaúsa evoluiu na qualidade dos inventários de emissões atmosféricas, do relato da sustentabilidade e dos indicadores de desempenho. Nesse último item, a implantação de uma solução em Enterprise Resource Planning (ERP), um sistema integrado de gestão empresarial, juntamente com ferramentas de controle de compartilhamento e armazenamento de dados com maior segurança e verificação de acesso, permitiram a migração da base de dados existente nas empresas desde 2004. Com isso, consolidou-se uma série histórica de sete anos de indicadores ambientais.

À reorganização dos indicadores ambientais somou-se um esforço pela melhoria e evolução dos dados, buscando uma relação mais adequada entre produto e emissões. A partir de 2012, essas informações serão levadas de forma menos técnica e mais didática aos executivos, com o objetivo de deixar claras as conexões entre os números e o dia a dia da empresa.

As empresas industriais elegeram cinco temas a serem monitorados pelos indicadores: água, energia, resíduos sólidos, efluentes e emissões atmosféricas. Além desses, cada companhia tem o seu conjunto específico de indicadores complementares. A partir de março de 2012 as unidades industriais passaram a ter metas nos cinco indicadores básicos, que são considerados de forma diferenciada em cada empresa, em função da especificidade dos processos industriais. As metas para o consumo de água, por exemplo, são distintas. Na Itautec leva-se em conta a quantidade de horas trabalhadas; na Deca e Metais, por milhares de peças produzidas; na Duratex painéis (MDP, MDF, chapa de fibra), utiliza-se m³ produzido.

Em relação à água e energia elétrica, as três empresas industriais evoluíram na gestão dos indicadores de desempenho em 2011. A ferramenta de ERP proporcionou maior governança sobre os dados e o monitoramento foi reforçado. Foram definidos critérios claros para cada um dos indicadores e, em 2012, serão formalizados os procedimentos e a documentação, de tal forma que a gestão poderá ser feita de modo padronizado.

Uma iniciativa do Itaú Unibanco, o Programa TI Verde, iniciado em 2009, promoveu um importante avanço em 2011 com a reforma de uma área de 1.000 m² do Centro de Processamento de Dados (CPD), localizado na Avenida do Estado (região central da cidade de São Paulo). Essa remodelação, realizada numa primeira etapa em uma parte do CPD inaugurado há 30 anos, já possibilitou a redução de 40% no consumo de energia. A previsão é que os 4.000 m² que compõem esse CPD sejam totalmente reformados até 2013. Além dessa economia expressiva, o projeto, considerado crítico por interferir nas operações centrais do banco, inclui outras melhorias como ventilação, redução do uso de ar-condicionado, instalação de paredes com isolamento térmico e aprimoramento dos sistemas de cabeamento.

A regulamentação da Política Nacional de Resíduos Sólidos deverá impactar as atividades de grande parte das indústrias brasileiras, e isso ocorrerá também no Conglomerado Itaúsa, especialmente na Itautec e, com menor intensidade, na Duratex e na Elekeiroz. Por essa razão, em 2011 as empresas dispensaram grande atenção a esse tema, revendo procedimentos de logística e distribuição, bem como construindo sistemas de logística reversa.

A Itautec avalia a gestão de resíduos pelo tripé compliance, oportunidade e custo. Compliance porque o tema é regulado por lei, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que está em processo de regulamentação por meio de Grupo de Trabalhos

Temáticos (GTT), coordenados por órgãos públicos federais. É também uma oportunidade, na medida em que os clientes da Itautec passam a demandar por serviços de descartes ambientalmente corretos, isso porque, segundo a lei federal nº 12.305/10, toda a cadeia de valor (fabricantes, importadores, distribuidores, vendedores e consumidores) passa a ser corresponsável pela coleta e destinação ambientalmente correta de produtos no final da vida útil, quando já são considerados obsoletos.

Assim, para explorar a oportunidade, a Itautec mantém um estruturado processo de logística reversa, por meio do qual recebe os produtos obsoletos devolvidos para reciclagem. A lei permite a cobrança dos serviços de destinação ambientalmente adequada. Atualmente, com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento da consciência ambiental, os serviços não têm sido cobrados de pessoas físicas, pois ainda representam baixo volume anual. Para clientes pessoa jurídica, em face dos altos volumes, os pedidos são tratados sob demanda, por meio da área comercial. Por fim, o tema também representa custo, já que o Brasil tem uma dimensão continental, e o sistema de logística nos estados mais distantes da região sudeste torna-se um grande desafio para se conciliar eficiência com baixo custo. Além disso, existem divergências entre regulações estaduais específicas em relação à Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS – Lei nº 12.305/10).

A empresa atualmente atende as demandas por meio de 33 filiais próprias localizadas em todos os estados brasileiros e para minimizar o trânsito de resíduos pelo país deverá implantar novos minicentros regionais de reciclagem, para captar e processar localmente, enviando para São Paulo apenas aquilo que não puder ser reciclado na localidade. O primeiro foi implantado na cidade de Curitiba, que exigiu a homologação de empresas locais que pudessem atender aos critérios ambientais para processar localmente materiais menos complexos.

O processo desenvolvido pela Itautec ao longo dos anos permite reciclar 100% dos componentes dos microcomputadores e das embalagens.

Na Elekeiroz o controle de efluentes líquidos provenientes da operação industrial no site de Várzea Paulista conta, desde 2004, com um emissário particular de 4 km responsável pelo envio regular para a estação de tratamento da Companhia de Saneamento de Jundiaí (CSJ). A Elekeiroz participou desse projeto intermunicipal pioneiro, em parceria com o poder público local. No site de Camaçari os efluentes oriundos dos processos produtivos são coletados internamente e enviados de modo contínuo para tratamento final pela Empresa de Proteção Ambiental (Cetrel S.A.), responsável pelo tratamento dos efluentes líquidos gerados pelas empresas instaladas no Polo Petroquímico. Nesse site foi instalada uma caldeira que utiliza parte dos efluentes para a geração interna de energia elétrica.

A maior parte do produto comercializado nos dois sites da Elekeiroz é a granel líquido, dispensando a necessidade de embalagens. Os demais são expedidos em tambores, parte dos quais reciclados ou em embalagens retornáveis, como Bigbags e IBCs (isocontainers – tanques de pequeno volume).

Em face da complexidade da gestão dos resíduos gerados nas operações industriais, foi constituído um Grupo de Resíduo, composto por especialistas de todas as empresas do Conglomerado Itaúsa, que elaborou critérios para a homologação e a avaliação de fornecedores para tratamento de resíduo, que contempla auditoria documental e física. Uma vez homologado pelos profissionais da área ambiental, o fornecedor é contratado e inicia a prestação de serviços. Contudo, se a empresa for reprovada, seja por falta de documentação, armazenamento inadequado de resíduo, potencial contaminação de solo ou de água, o contrato é rescindido e o fornecedor deixa de ser uma alternativa para as empresas da área industrial.

Ainda no âmbito da gestão de resíduos, por meio do Comitê de TI Verde, que tem o objetivo de identificar, mapear e mensurar oportunidades que levem em conta as esferas econômica, social e ambiental das áreas de TI, o Itaú Unibanco vem atuando na destinação correta e no reaproveitamento dos resíduos gerados em reformas de diversas áreas da organização. Como, por exemplo, na reformulação do CPD, que gerou duas toneladas de cabos como resíduos, os quais foram descartados de maneira adequada com a participação de empresas especializadas. Além disso, todo o lixo eletrônico (computadores, impressoras, monitores e outros equipamentos eletrônicos) oriundo das diversas áreas do banco é coletado e descartado adequadamente; do material enviado para reciclagem (plásticos, aços, metais e outros componentes), o índice de reaproveitamento é próximo de 96%.

A seguir, os principais destaques da gestão de sustentabilidade das empresas do Conglomerado Itaúsa.

Itaú Unibanco

Ao longo de 2011, o Itaú Unibanco deu continuidade à intensa reflexão sobre sua estratégia de sustentabilidade que, desde 2009, vem envolvendo representantes dos seus públicos estratégicos de relacionamento, colaboradores de todas as áreas de negócios da organização, e toda a alta administração. Ao final desse processo colaborativo, o banco definiu o conceito de performance sustentável, que aparece em sua visão, bem como seu Mapa de Sustentabilidade:

  • Para o Itaú Unibanco, performance sustentável significa gerar valor compartilhado para colaboradores, clientes, acionistas e sociedade, garantindo a perenidade do negócio;
  • O Mapa da Sustentabilidade representa a integração da sustentabilidade à agenda de negócios do Itaú Unibanco, e está organizado em três focos estratégicos: Diálogo e Transparência, Educação Financeira, Riscos e Oportunidades Socioambientais.

A seriedade e responsabilidade que o Itaú Unibanco conduz o tema sustentabilidade em seus negócios tem sido reconhecida no Brasil e no exterior. Em junho de 2011, o banco foi reconhecido como Sustainable Bank of the Year (Banco Sustentável do Ano), pelo jornal britânico Financial Times e pela International Finance Corporation (IFC), instituição para o setor privado do Banco Mundial, um dos mais relevantes prêmios mundiais sobre sustentabilidade no setor financeiro. O Itaú Unibanco mais uma vez foi reconhecido pelo Guia Exame de Sustentabilidade.

Além disso, durante o Encontro entre Líderes de 2011, Roberto Setubal e Pedro Moreira Salles compartilharam com 12 mil gestores os novos focos da agenda estratégica do banco para os próximos anos: meritocracia e eficiência. Entendida a meritocracia como um instrumento para reconhecer e diferenciar os profissionais de acordo com seu desempenho relativo, e a eficiência como um compromisso para agilizar processos que envolvam toda a organização, as áreas de negócios e os colaboradores na busca pela diminuição das despesas e o aumento de receitas.

Outra prioridade consolidada em 2011 diz respeito à clareza, à transparência e à agilidade na prestação de informações e nas relações com clientes. Por meio do Programa Transparência 100% foram realizadas mudanças operacionais para dar maior clareza aos contratos, substituir termos técnicos em extratos e faturas, implantar o envio de alertas por SMS a cada movimentação de cartão de crédito, entre outras medidas adotadas para simplificar e deixar mais transparente a comunicação com clientes. Na outra ponta, o banco vem monitorando sua posição nos rankings de reclamações. No Procon São Paulo, o Itaú Unibanco passou da 2ª posição em 2010 (1.708 queixas) para a 3ª colocação em 2011 (1.383), representando uma redução de 19% no total de reclamações. Já no acumulado dos rankings mensais do Banco Central do Brasil (Bacen) do ano passado, o banco apareceu com 4.480 reclamações, sendo 2.153 procedentes e 2.327 improcedentes.

Uma iniciativa diz respeito à parceria do Itaú Unibanco firmada com o projeto Bike Rio, uma ação de mobilidade urbana, para estimular o uso da bicicleta como meio de transporte. Trata-se de uma parceria com a Prefeitura do Rio de Janeiro e a Empresa Serttel (detentora da tecnologia e administradora da operação) para empréstimo de bicicletas em 60 pontos da capital carioca. Para reforçar essa atuação, foi feita uma parceria com a ONG Transporte Ativo, a fim de desenvolver rotas alternativas para ciclistas, pesquisas e campanhas de educação no trânsito.

O projeto coloca à disposição dos cidadãos bicicletas que podem ser utilizadas das 6h às 22h, por intervalos de uma hora, durante todo o dia. Os usuários devem se cadastrar e pagar uma taxa mensal de R$ 10 – ou uma diária de R$ 5 – e respeitar 15 minutos de descanso antes de iniciar um novo período de aluguel.

Duratex

No decorrer de 2011, a empresa investiu R$ 26,7 milhões em ações ambientais, sendo destaque o tratamento de efluentes, a coleta de resíduos e a manutenção de áreas florestais. O valor é 51,7% maior do que o destinado em 2010 a ações da mesma natureza.

A empresa também definiu a estrutura de governança do tema por meio da Comissão de Sustentabilidade na instância executiva, com o objetivo de implantar os temas definidos e priorizados pelo Comitê de Sustentabilidade do Conselho de Administração no planejamento até 2014. A Comissão é composta por executivos de diversas áreas operacionais, formando um grupo heterogêneo e multidisciplinar. Este grupo ao longo do ano definiu a nova Politica ambiental e de mudanças climáticas e a Política de compras, já considerando critérios socioambientais e encaminhou outros temas para 2012.

Foi lançado em junho de 2011 o periódico eletrônico Sustentabilidade Duratex. O informativo mensal é utilizado para a divulgação de temas relacionados às práticas de sustentabilidade realizadas pela Duratex nos níveis social, econômico e ambiental.

Eleikeiroz

Em 2011, o sistema de coleta e recuperação de gás carbônico para a venda a terceiros, em operação desde o ano passado no site de Camaçari (BA), respondeu pela redução das emissões de 4,9 mil toneladas de CO2 na atmosfera.

Além dessa iniciativa, a empresa mantém diversos programas que, por meio de incentivo aos colaboradores, tem como objetivo a melhoria contínua dos sistemas produtivos e procedimentos laborais. No ano de 2011 foram realizadas 4.800 melhorias relacionadas à segurança operacional e dos colaboradores, preservação ambiental, reciclagem de materiais e redução de custos.

Todas as linhas de produção e produtos da Elekeiroz são certificados pela ISO 9001. A empresa coloca em prática também o Programa de Atuação Responsável, do International Council of Chemical Associations, administrado no Brasil pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim).

Itautec

Em 2011, a Itautec protocolou seu programa de Responsabilidade Pós-Consumo de equipamentos eletroeletrônicos na Secretaria de Meio Ambiente do Estado de São Paulo, em cumprimento às resoluções da SMA-38. O programa contém a descrição de cada etapa do processo de logística reversa dos produtos e disposição final ambientalmente adequada.

Dando sequência ao processo de engajamento de fornecedores, foi realizado, em 2011, um seminário sobre a inserção da sustentabilidade na cadeia de suprimentos.

Visando compartilhar conhecimento e boas práticas de sustentabilidade com o público acadêmico, em 2011 a Itautec recebeu a visita de 29 escolas em sua unidade industrial, em Jundiaí (SP), totalizando 768 estudantes, número 20% superior na comparação com 2010. O objetivo do programa é permitir que os alunos de escolas, universidades ou cursos técnicos consolidem e vivenciem os conhecimentos adquiridos em sala de aula e conheçam o processo produtivo da Itautec e o Centro de Reciclagem, que no ano destinou cerca de 5,0 mil toneladas de resíduos sólidos, dos quais 93% foram encaminhados para reciclagem.

Com o objetivo de contribuir para a disseminação de conhecimento, em 2011 a Itautec aprimorou o Guia do Usuário Consciente de Produtos Eletrônicos e lançou a primeira versão do Guia para o Gestor de TI Sustentável.

Para saber mais sobre os desempenhos econômico, social e ambiental, acesse os relatórios anuais de sustentabilidade das principais empresas do Conglomerado Itaúsa: Itaú Unibanco, Duratex, Elekeiroz, Itautec.

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