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Adaptação Climática em Foco: da mobilização comunitária ao investimento privado

No Brasil, duas iniciativas inéditas apoiadas pelo Instituto Itaúsa buscam soluções para questões fundamentais da adaptação climática.

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A adaptação climática estará entre as das pautas mais urgentes da COP30.  Enquanto os holofotes historicamente se voltam para metas de redução de emissões, países em desenvolvimento intensificam a pressão por ações concretas e financiamento para lidar com impactos que já são realidade: das enchentes devastadoras no Sul do Brasil às secas prolongadas na Amazônia, passando pelas ondas de calor que tornaram 2024 o ano mais quente da história e o avanço do mar nos pequenos estados insulares. A expectativa é que a conferência avance na Meta Global de Adaptação, ainda carente de indicadores claros e de recursos à altura do desafio.

No Brasil, duas iniciativas inéditas apoiadas pelo Instituto Itaúsa buscam soluções para questões fundamentais da adaptação climática. Uma delas coleta dados das próprias comunidades para traçar um diagnóstico dos riscos e fortalecer a infraestrutura de adaptação. A outra analisa a falta de investimento privado e propõe formas de transformar riscos climáticos em oportunidades de capital. 


 

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Projeto Retratos: diagnóstico participativo e fortalecimento comunitário

O projeto Retratos, iniciativa do Instituto Decodifica, será implementado em favelas e periferias de Recife, Rio de Janeiro e São Luís, locais marcados pela escassez de dados oficiais sobre enchentes. Por meio da metodologia de Geração Cidadã de Dados (GCD)—que envolve grupos focais e reuniões cívicas para coletar e sistematizar informações locais—o projeto irá diagnosticar o grau de vulnerabilidade das comunidades a partir do mapeamento georreferenciado de riscos, eventos, perdas e danos. Além disso, formará núcleos comunitários preparados para dialogar com a Defesa Civil e reivindicar políticas públicas fundamentadas em evidências produzidas pelos próprios moradores.

Além de abordar o racismo ambiental e evidenciar os impactos desproporcionais das enchentes sobre populações negras e periféricas, o diferencial do Retratos está em sua preocupação com a replicabilidade: a metodologia será registrada em um guia para que outras organizações e comunidades de todo o Brasil possam implementar a GCD em seus próprios territórios.

“ Enquanto o mundo discute metas e números, as comunidades brasileiras já lidam com a crise no corpo e no território. Dados do estudo "Brasil em Transformação: O Aumento das Chuvas Extremas" (2025) apontam que entre 1991 e 2023, o Brasil registrou mais de 26 mil desastres relacionados à chuva, afetando 92 milhões de pessoas. Mesmo diante dessa realidade, ainda carecemos de indicadores que traduzam, em políticas, o que os territórios já sabem na prática: como se adaptar para viver e resistir. Projetos como o nosso, Retratos das Enchentes, mostram que o conhecimento dos territórios pode ser uma ferramenta de justiça e de solução para a manutenção de vidas”, declarou Mariana de Paula, diretora executiva do Instituto Decodifica. 

 

Capital para a adaptação

O Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGVces) (FGVces) e a consultoria suíça Morphosis lançarão, durante a COP de Belém, o estudo “Investindo em Adaptação às Mudanças Climáticas”, financiado pelo Instituto Itaúsa. A pesquisa mapeia barreiras, oportunidades e necessidades para mobilizar capital privado em soluções de adaptação, tradicionalmente negligenciadas em comparação aos projetos de mitigação.

O estudo traz uma análise inédita sobre o cenário do investimento privado em adaptação climática, com foco no contexto brasileiro, e propõe um framework de políticas públicas para incentivar e atrair recursos privados para a área, além de um roadmap com recomendações práticas para investidores e formuladores de políticas. Oferece ainda ferramentas concretas para direcionamento desses recursos, identificando desafios e oportunidades no Brasil.

“A expectativa é que o trabalho contribua para ampliar o reconhecimento da importância dos investimentos privados em adaptação climática como elementos essenciais para a geração e a proteção de valor econômico, considerando os cenários atuais e projetados de mudanças climáticas”, destaca Annelise Vendramini, coordenadora da pesquisa no FGVces.


 

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