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Inovação e competitividade: caminhos para a descarbonização da economia

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Mesmo sob forte expectativa, a COP30 não entregou um acordo claro de eliminação dos combustíveis fósseis. O texto aprovado não estabeleceu referências diretas a petróleo, gás e carvão e deixou o avanço dessa agenda para um processo voluntário. Ao mesmo tempo, mais de 80 países se posicionaram a favor de um mapa do caminho  global de saída dos fósseis, e análises de veículos como Financial Times, The Economist e Bloomberg apontam que a pressão política e financeira sobre esse setor já é irreversível.

Ao mesmo tempo, cresce entre investidores a expectativa de que empresas e fundos explicitem com maior clareza suas estratégias de transição. Isso inclui metas de descarbonização mais consistentes e maior transparência na divulgação de emissões nos escopos 1, 2 e 3. Além disso, essa pressão se soma à convergência regulatória em torno dos padrões internacionais de divulgação financeira e climática. As normas IFRS S1 e IFRS S2 passam a demandar mais transparência sobre os riscos climáticos, as estratégias de transição e os impactos financeiros das emissões. 

“O Brasil está numa posição muito particular nesse debate. A gente já parte de uma matriz elétrica majoritariamente limpa, tem abundância de recursos naturais, capacidade industrial instalada e um potencial enorme de bioeconomia. Tudo isso cria um terreno muito favorável para que a transição climática vire oportunidade concreta em energia, indústria, bioeconomia e finanças. O ponto central agora é conseguir transformar esse potencial em valor real, conectando energia limpa, indústria verde, inovação tecnológica e os instrumentos de financiamento que viabilizam essa agenda”, defende Marcelo Furtado, diretor executivo do Instituto Itaúsa. 

Investimentos para transformar potencial em trajetória concreta de descarbonização

A partir dessa perspectiva, o Instituto Itaúsa apoia iniciativas que integram a descarbonização às estratégias de produtividade, inovação e competitividade da economia brasileira. Para transformar o potencial brasileiro em resultados efetivos, o Instituto Itaúsa vem direcionando recursos para uma carteira de projetos voltados à descarbonização da economia. Entre eles estão iniciativas como o Climate Finance Hub, que aproxima o setor financeiro dos planos de transição das empresas, fortalecendo a capacidade de avaliar riscos climáticos e a qualidade das estratégias de descarbonização nos diversos setores produtivos do país.

O Instituto Itaúsa também apoia agendas que buscam reduzir incertezas e orientar decisões de médio e longo prazo, como o programa Desenhando o Futuro da Transição Energética Brasileira, desenvolvido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), voltado à construção de cenários e recomendações para o setor de energia. Outra frente é o apoio ao edital Renováveis e Neoindustrialização Verde e Justa no Nordeste Brasileiro, coordenado pelo Instituto Clima e Sociedade (iCS), que estimula projetos de energia limpa e reindustrialização alinhada à transição energética na região.

Na fronteira entre clima, natureza e finanças, iniciativas como o Nature Investment Lab, também do iCS, trabalham para destravar capital privado para soluções baseadas na natureza e na bioeconomia. Em conjunto, esses investimentos mostram como o Instituto Itaúsa articula finanças climáticas, inovação em energia e indústria verde em uma estratégia integrada de apoio à descarbonização da economia brasileira.

“Acreditamos que o avanço da descarbonização da economia brasileira será construído por meio de uma atuação associativa, que articule diferentes atores, fontes de recursos,  setores e perspectivas em torno de agendas econômicas comuns, orientadas ao desenvolvimento sustentável do país com foco no binômio sustentabilidade e produtividade. Nosso papel é justamente fortalecer esforços, gerar evidências, fomentar a inovação e construir pontes entre conhecimento e decisão de alocação de capital”, conclui Furtado.

Relatório de Atividades 2025

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