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Na Mesa da COP: saberes e sabores amazônicos em uma iniciativa histórica

Entenda a inciativa liderada pelos institutos Regenera e Comida do Amanhã.

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Uma iniciativa inédita está marcando a história das Conferências das Partes da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. Uma coalizão robusta de organizações e redes da sociedade civil atuantes na Amazônia, comprometida com a transformação dos sistemas alimentares, articula-se para viabilizar que parte da alimentação servida na conferência venha de sistemas produtivos sustentáveis. Nomeada como “Na Mesa da COP”, mais do que qualificar a alimentação do evento, a iniciativa visa influenciar políticas públicas no país, para criar um legado que ultrapasse os dias da conferência.

A proposta nasceu em 2023, durante a Cúpula dos Líderes da Amazônia, quando produtores agroecológicos questionaram a ausência de alimentos regionais no evento. O episódio evidenciou um problema recorrente em encontros globais: a alimentação servida costuma ser pouco saudável, frequentemente ultraprocessada e desvinculada da cultura e da produção local. Com a realização da COP30 em Belém, surgiu a oportunidade histórica de alinhar a alimentação aos atuais compromissos e desafios climáticos.

O projeto ganhou força após o anúncio oficial feito pelo governo brasileiro durante a pré-conferência SB62, na Alemanha: pelo menos 30% dos alimentos fornecidos na COP30 seriam provenientes da agricultura familiar, da agroecologia e de comunidades tradicionais. A meta foi respaldada por uma recomendação do Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea), endossada por outros conselhos nacionais. O compromisso se materializou em uma chamada pública, que resultou na presença confirmada de restaurantes indígenas, quilombolas e da economia solidária.

Segundo Fabrício Muriana, diretor do Instituto Regenera e cofundador da campanha, a experiência brasileira mostra que priorizar a agricultura familiar e agroecológica é tão ou mais importante para uma agenda climática consistente quanto a transição do consumo de proteína animal. “Não se trata apenas de servir os alimentos, do impacto econômico e do impacto político, social e local. Queremos influenciar as negociações e mostrar que a transformação nos sistemas alimentares é possível. Quando a alimentação da COP é viabilizada por povos indígenas e quilombolas, há um ganho simbólico imensurável”, ressalta.

 

Protagonismo coletivo e investimento de impacto

A construção e a viabilização do programa “Na Mesa da COP” têm o respaldo de uma articulação ampla de parceiros e apoiadores. A coalizão reúne dezenas de organizações da sociedade civil, movimentos sociais, cooperativas de produtores e entidades dedicadas à sustentabilidade e à segurança alimentar.

Os institutos Regenera e Comida do Amanhã são responsáveis pelo comitê executivo, enquanto o financiamento e a sustentação institucional da campanha são dos institutos nacionais Itaúsa, Clima e Sociedade (ICS), Infinis e Arapyaú, e dos internacionais Erol Foundation, Food and Land Use Coalition, Porticus Latin America e Purpose. “Quando um instituto como Itaúsa faz um aporte, isso abre caminho para outras conversas. Organizações e instituições olham e percebem solidez na iniciativa, o que aumenta a confiança e incentiva novos apoios”, destaca Fabrício.

 

 

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Alimentação sustentável como política pública

Ao demonstrar a viabilidade e os benefícios de priorizar produtos da agricultura familiar, agroecológica e de povos tradicionais em um evento de escala global, o projeto busca sensibilizar gestores públicos e abrir caminho para que estados e municípios ampliem a adoção dessas práticas em programas como o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), fortalecendo a produção local e promovendo segurança alimentar de forma duradoura.

“O nosso objetivo para os próximos anos é remover as barreiras que ainda dificultam o avanço da produção local, muitas vezes invisíveis para quem está fora da realidade dos produtores. Eles relatam dificuldades com infraestrutura, transporte, insumos e maquinário. Por isso, realizamos um mapeamento para identificar quais políticas públicas podem apoiar de fato essa base produtiva”, conclui Fabrício.

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